quarta-feira, 29 de junho de 2011

sábado, 4 de dezembro de 2010

COMO FAZER LETRAS PEGANDO FOGO NO PHOTOSHOP 7.0

1- Clique em ARQUIVO – NOVO e coloque as configurações conforme abaixo:


2- Selecione a Ferramenta LATA DE TINTA E pinte de preto.
Com a Ferramenta TEXTO HORIZONTAL digite um Texto na cor branca. Fonte Arial - 100 pts


3- Clique em IMAGEM – GIRAR TELA DE PINTURA – 90º ANTI-HORÁRIO


4- Clique em FILTROS – ESTILIZAÇÃO – VENTO
O programa pergunta se quer transformar o texto em Bitmap clique em OK

5- Repita esta operação 3 vezes (Filtro – Estilização – Vento)
Até o texto ficar assim:



6- Clique agora em IMAGEM –GIRAR TELA DE PINTURA – 90º HORÁRIO

7- Clique em FILTRO – DESFOQUE – DESFOQUE GAUSSIANO
Com a camada do texto selecionada clique em CAMADA – MESCLAR CAMADAS VISÍVEIS.


8- Clique em IMAGEM – AJUSTES – MATIZ/SATURAÇÃO , marque 1º a opção= Colorir e coloque as seguintes configurações: Matiz= 23 Saturação= 92 Luminosidade= 0


9- Tecle Ctrl+J para duplicar a camada.
Novamente, clique em IMAGEM – AJUSTES – MATIZ/SATURAÇÃO , marque a opção= Colorir e coloque as configurações: Matiz= 0Saturação= 62 Luminosidade= 0



10- Tecle Crtl+J para novamente duplicar a camada- a 3ª e última vez. Novamente clique em IMAGEM – AJUSTES – MATIZ/SATURAÇÃO, marque a opção colorir e coloque agora as configurações Matiz= 58 Saturação= 70 Luminosidade= 0


11- Agora ficamos com 3 CAMADAS DE CORES DIFERENTES, conforme abaixo:

12- Clique em cima da Camada 1 (do meio)
Mude a situação de NORMAL para SUPEREXPOSIÇÃO DE CORES e a OPACIDADE DIMINUA para 20%
Na Camada 1 cópia (de cima) mude a situação de NORMAL para SOBREPOR e a OPACIDADE diminua para 60%



13- Clique em FILTRO – DISSOLVER .
Vamos usar a ferramenta DISTORCER (letra W) a Ferramenta ENRUGAR (letra P) e a Ferramenta INCHAR (letra B)
(As 2 últimas ferramentas 5ª e 6ª são usadas para emagrecer ou engordar)
Usaremos a 1ª ferramenta a 5ª e 6ª ferramenta. Segure o mouse e passe as três ferramentas individualmente sobre as chamas para dar uma impressão de movimento. Não passe muito
em cima do texto para não deformá-lo. Isto deverá ser feito nas 3 CAMADAS.
Veja como deverá ficar as chamas depois de modificada.

14-Na camada Plano de Fundo, com a Ferramenta TEXTO HORIZONTAL, escreva novamente o texto escolhendo agora a cor PRETA.
Clique em CAMADA - ADICIONAR MÁSCARA DE CAMADA - REVELAR TODAS, para adicionar uma máscara no texto.


15- Finalizando com a FERRAMENTA DEGRADÊ – trace uma reta de cima para baixo, conforme mostrado na figura. Veja as configurações abaixo.


16- MONTAGEM CONCLUÍDA

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Como nasceu a Igreja Universal?

Fé, revolta e sacrifício são a essência da vida com Deus. Fé lembra o profeta Habacuque e sua época, em que Jerusalém estava cercada por Nabucodonosor e a destruição era eminente. Seu livro tem apenas três capítulos e começa com uma pergunta: Por quê?

E quem de nós, pelo menos uma vez na vida, também não perguntou "por quê?". Por que uma criança nasce com defeito? Por que um raio cai do céu e destrói a casa de um pobre? Por que uma bala perdida numa comunidade carente mata uma criança inocente? Por quê?

E Habacuque nas suas reflexões, no profundo do seu coração, cunhou uma sentença bela e estupenda que só podia vir de Deus: “O meu justo viverá pela sua fé”. Mas não se podia dizer.

Em um mundo injusto com tantas desigualdades, só a fé é capaz de garantir a vida. Sem ela somos atormentados por dúvidas e temores hesitantes, um sal sem sabor, uma nuvem sem água vagando pelos céus, uma onda do mar levada pelos ventos, um morto vivo.

Naturalmente a fé causa uma revolta contra isso tudo e constrói com sacrifício a vitória derradeira. Esse caminho estreito e apertado foi o que Deus traçou para o surgimento da Igreja Universal.

O bispo Macedo, quando jovem, frequentou uma igreja evangélica na Zona Sul, por cerca de dez anos. Seu desejo era pregar, mas os líderes não viam nele qualquer virtude ou talento, qualquer expressão que chamasse a atenção. Nem sequer teve a oportunidade de servir como obreiro. Dez anos não são dez dias. Outro teria desistido. Outro teria desanimado. Não ele. E a razão era a fé.

Movido pelo desejo de servir a Deus, ele e dois amigos foram para uma igreja no subúrbio. Eu era apenas um menino nessa ocasião, mas recordo que lá também o pastor fez a mesma avaliação. Passado algum tempo, consagrou os outros, mas não o bispo. Mais uma vez ele era colocado de lado, excluído, diminuído, enfrentava o preconceito, o desalento e a frustração. Outro teria desanimado. Outro teria desistido.

Um dia estava almoçando na casa da minha vó, quando ele entrou. E me permita aqui quebrar de leve o protocolo para fazer uma pequena lembrança, uma honrosa menção àquela senhora extraordinária. Um inesquecível exemplo de renúncia, dedicação e amor.

O bispo vinha avisar que deixaria o emprego para pregar o evangelho. Ele já era casado, tinha uma filha e a esposa estava grávida da segunda. Um gesto de fé extrema para quem era desacreditado por todos. Para uma família humilde como a nossa, um emprego público como o dele representava a garantia de uma vida livre do desemprego.

Ela apenas ponderou: “Não deixe de pagar o instituto, para garantir a aposentadoria quando envelhecer”.

Quando assisto essa orgia histérica dos insultos mais torpes, esse ódio neurótico, essa perseguição implacável, esse dilúvio de injurias, infâmias e calúnias contra o bispo e a igreja, que as pessoas são capazes de publicar com a mais equivocada convicção, o maior dos enganos, a tese transloucada de que ele engendrou uma fórmula para explorar os pobres, lamento com profunda amargura. Certamente não conhecem a Igreja Universal, quem somos e de onde viemos.

Pode ser que em alguma de nossas igrejas, seja no Brasil, na África, na Europa, na Ásia ou em qualquer parte do mundo, alguém, algum dia, tenha colocado sobre o altar um sacrifício tão grande quanto o dele, maior não. Ele ofereceu tudo que tinha, o próprio emprego sem qualquer garantia, sem qualquer esperança, senão por fé.

Passado um mês, nasce sua segunda filha e fui pela manhã visitá-la no hospital do IASERJ. Ela havia nascido com lábio leporino e bebês assim são magrinhos, com olheiras, rosto deformado, uma ferida aberta na boca, sem uma parte dos lábios e com uma fenda no céu da boca, o que torna impossível a amamentação, pois não conseguem fazer sucção, engasgam e padecem muito. Foram dias, meses, anos de um sofrimento atroz.

No caminho de volta, da praça da Cruz Vermelha até o Largo da Glória, caminhando ao longo da rua do Riachuelo, cada passo era uma lágrima. Como Habacuque eu perguntava: por quê? Por que um homem pobre, mas dizimista fiel, no momento supremo da sua existência, quando resolve deixar seu emprego, seu sustento, seu ganha pão, para pregar a Palavra, recebe como prêmio um castigo e dos piores, pois eu não sei se há dor maior do que um pai ir ao berçário de um hospital, apenas para ver, para constatar, que sua filha é a única enferma, a única ferida, frágil, sofrendo e chorando, enquanto as dos outros são tão bonitas.

E como sempre, nos momentos graves, minha família se reuniu na casa da minha vó. À tarde ele chega. Estava, naturalmente, muito triste, mas disse duas coisas que guardei. A primeira: “Eu vou gostar mais dela do que da outra”.

A outra, a quem se referia, era sua primeira filha, uma criança muito formosa. Não creio ser possível gostar mais de um filho que do outro, mas havia um significado mais profundo naquela expressão. Era muito mais que um pai tentando compensar, proteger ou extravasar sua dor.

Mais tarde, verifiquei que a essência daquelas palavras se refletiria no surgimento e na atuação da Igreja Universal, que é decididamente vocacionada a gostar mais daquele que sofre, do aflito e do necessitado.

E logo se começa a buscar as almas perdidas nas encruzilhadas, nas favelas, nos terreiros, nos manicômios, nas catacumbas dos vícios, na miséria das drogas, na falência dos lares destruídos. Salões, galpões, cinemas começam a encher com enfermos, pobres, desempregados, aflitos, endemoninhados em busca de alívio e libertação. O povo que andava em trevas viu uma grande luz.

A segunda coisa que disse foi: “Eu não vou ficar com raiva de Deus. Vou ficar com raiva do diabo. Agora mesmo é que eu vou invadir o inferno para resgatar as almas perdidas”.

Ali já não era mais um rapaz qualquer, obscuro e anônimo. Ali nascia um líder. Nascia também um povo capaz de enfrentar os maiores desafios, as perseguições mais duras e virulentas. Um povo de fibra e força, que não recua, que não se agacha, que não foge da luta e nem teme o sacrifício. Um povo com o olhar cravado nas promessas de Deus, para rasgar nos horizontes a perspectiva iluminada do seu destino. Um povo determinado, forjado, selado pela fé em Deus. E isso porque no momento mais difícil, mais cruel, mais duro, um justo viveu pela sua fé!

A Igreja Universal não surgiu com a deliberação de uma assembleia de homens ilustres, ou de um conselho diretor ou de uma fundação de notáveis. Nem tão pouco foi subsidiada, patrocinada, bancada por recursos do governo ou de um milionário caridoso. Essa igreja é a resposta simples, direta e fiel de um Deus que honra a fé, a revolta e o sacrifício.

A frase, “Eu não vou ficar com raiva de Deus. Eu vou ficar com raiva do diabo”, marca a revolta da fé. Se ficasse com raiva de Deus seria a rebelião, e o resultado seria um oceano de fracasso, um Himalaia de frustração. Os rebeldes culpam a Deus pelos infortúnios da vida. A rebeldia tem formas distintas e sutis de se manifestar. Alguns rebeldes afrontam os mandamentos desafiando a Deus com seus pecados e crimes. Outros manifestam uma indiferença fria e distante com as coisas de Deus, fazendo da própria vida um imenso desperdício de tempo e uma triste história de mediocridade. Há também os fariseus que são os rebeldes de igreja que conhecem a palavra, mas não a pratica.

Abraão foi revoltado quando vagava no deserto esperando a promessa, que demorava chegar. No entanto, nunca se rebelou. Moisés se revoltou com a escravidão do seu povo, como Josué se revoltou quando na terra prometida encontrou muralhas e gigantes, mas não foram rebeldes. Davi se revoltou contra as afrontas do Golias. Jó, o mais revoltado de todos, que no ápice do seu sofrimento amaldiçoou o dia em que nasceu, jamais se rebelou. Ele continua a ser, através dos tempos, o mais veemente exemplo do que um homem é capaz de suportar e vencer quando é movido por sua fé. E foi no seu sacrifício que Deus lhe restituiu sete vezes mais.

A vida do justo não é a vida do convento, do mosteiro no alto do monte ou da santidade absoluta. É a vida da fé, das lutas do dia-a-dia na planície da vida. Com suas virtudes e defeitos, injustiçado e perseguido, como ovelha entre lobos, que às vezes chora, mas sabe que será consolado, que tem sede e fome de justiça e crê que será saciado. Gente simples e humilde com todas as veras da sua alma. Que põe a mão no arado e não olha para trás, custe o que custar, doe o que doer. Que não se apequena, que não se acovarda. Filhos da fé, da revolta e do sacrifício.

Esteja certo. Deus vê/ o que você tem passado/ perseguido, injustiçado/ um sufoco desgraçado/ Deus vê/ o seu rosto amargurado/ tantos planos fracassados/ tantas noites acordado. Mas o que Deus precisa ver/ é a revolta em seu olhar/ é a vontade de lutar/ e ser abençoado. A fé vem pelo ouvir/ mas o agir pela revolta. Sem luta não há vitória/ sem obras a fé é morta. É tempo de se revoltar/ é tempo de agir a fé/ construir os nossos sonhos/ ou Deus é ou não é. É tempo de se revoltar/ é tempo de agir a fé. É tempo de Deus ver/ que covarde você não é.

Marcelo Crivella

domingo, 5 de junho de 2011

Óculos 3D ativos vs. passivos: Qual a diferença?


Enquanto estive na IFA 2010, percebi de uma vez por todas que não há saída: o 3D é sim o futuro do entretenimento audiovisual. Contudo, a tecnologia avança tão rapidamente que é comum que fiquemos sem entender o que está acontecendo. Mesmo quando tratamos de 3D, há diferentes formas de empregar essa tecnologia nos filmes e vídeos. Os óculos 3D são um componente vital da atual tecnologia 3D, permitindo a percepção de profundida das imagens. Por isso, é importante entender também o que você pode encontrar por aí, e como eles funcionam.

Somos capazes de perceber a profundidade devido ao fato de que cada um de nossos olhos observa a mesma cena, mas em uma perspectiva ligeiramente diferente. Quando as imagens são ‘vistas’ individualmente por cada olho, nosso cérebro automaticamente coloca essas imagens em conjunto e interpreta informações relativas à terceira dimensão.

Para entender como isso funciona, tente jogar um objeto qualquer para trás e para frente com um amigo com um olho fechado e você vai notar a importância do segundo olho para nossa noção de espaço e percepção de profundidade.

Assim, em última análise, toda a tecnologia de exibição 3D dependerá de um método para produzir imagens separadas (ou visões) da mesma cena, para cada olho. A ideia por trás dos óculos 3D é bastante simples: cada lado dos óculos bloqueia a imagem que será vista pela outro olho. Assim, cada olho percebe uma imagem diferente, formando a percepção em 3D.

Hoje, os óculos 3D existentes podem ser divididos em duas categorias: ativos e passivos.

Os óculos passivos são aqueles que você provavelmente imagina quando falamos em 3D, que podem ser feitos até mesmo em casa, e usam lente anáglifas, com duas cores – geralmente vermelho e azul.

Os óculos ativos foram desenvolvidos mais recentemente, e são pequenas como pequenas telas de LCD na frente dos seus olhos. O que ele faz é controlar quando cada um de seus olhos pode ver a tela, com sensores infravermelhos que permitem que eles se conectem sem fio com seu televisor. Isso acontece de uma forma tão rápida que seu cérebro não pode detectar as lentes piscando e se alternando.

Shutter Glasses 3D – ativos


Os ‘Shutter glasses’ são o tipo mais comum de óculos 3D ativos. Utilizam tecnologia LCD nas lentes. Quando uma voltagem é aplicada, a lente escurece, ‘fechando a persiana’ (shutter significa persiana). Esse movimento é sincronizado com o televisor que exibe a imagem em 3D. Assim, cada olho vê um ângulo ligeiramente diferente da mesma imagem, criando o efeito de profundidade.

Outro tipo de óculos 3D ativos são os “Display Glasses”, que independem até mesmo do televisor, exibindo imagem separadas para cada olho, utilizando a lente dos óculos como display.

Vantagens:

  • Provavelmente a tecnologia 3D mais barata para implementação em curto prazo.
  • Apesar do preço da tecnologia ser mais baixo, isso não significa que seja inferior, comprometendo a qualidade das imagens.
  • Já é compatível com a tecnologia utilizada nas TVs 3D vendidas atualmente.
  • Atualmente, é uma tecnologia bem mais madura que a passiva para os televisores 3D.

Desvantagens:

  • Os óculos utilizam energia da bateria, e portanto precisam ser recarregados.
  • Em aparelhos mais antigos, com taxas abaixo de 120 Hz, é possível notar a tela piscando com o refresh da imagem.
  • Apesar das TVs que utilizam essa tecnologia serem mais baratas, os óculos em s i são mais caros, o que pode ser um problema caso você queira adquirir muitos óculos para assistir a filmes ou jogos em 3D com várias pessoas.

Óculos polarizados – passivos


A tecnologia passiva consiste em bloquear determinadas cores em cada um dos olhos. Existem hoje dois tipos de óculos que utilizam a tecnologia 3D passiva. O primeiro faz uso das lentes anáglifas. Olhando para a tela sem os óculos, você verá dois conjuntos de imagens, azul e vermelho, deslocados um do outro. Com os óculos, no entanto, você verá apenas uma imagem com efeito 3D. Esse método é considerado por muitos, inferior ao 3D ativo.

Os óculos polarizados são um novo método de exibir o conteúdo 3D com a tecnologia passiva. Esses óculos são geralmente utilizados no cinema e já estão se mais populares que as lentes anáglifas. Ele funciona bloqueando certos comprimentos de onda da luz visível. Uma lente utiliza a polarização vertical, enquanto a outra horizontal. Nos cinemas, dois projetores diferentes são utilizados projetando duas imagens filmadas em ângulos ligeiramente diferentes. Cada imagem é polarizada de modo que os óculos exibem uma imagem para cada olho. Isso proporciona o efeito 3D enquanto você estiver olhando para o telão em linha reta. Se você inclinar a cabeça, o efeito 3D é quebrado.

Vantagens:

  • Óculos passisos são extremamente baratos. Você pode ter dezenas deles sem que isso pese no seu bolso.
  • Se você foi ao cinema e guardou os óculos, eles provavelmente funcionaram também em um display que utilize a mesma tecnologia.

Desvantagens:

  • Essa tecnologia é de difícil implementação em TVs 3D. Por isso, é geralmente utilizada em projetores, como no cinema. Isso porque é muito difícil manter a polarização da imagem emu ma tela normal.
  • Apesar dos óculos serem baratos, a tecnologia é muito mais cara. Ela necessita de uma tela especial que também não é barata.

Portanto, se você for ao cinema, é provável que encontre filmes sendo exibidos com a tecnologia 3D passiva. Enquanto isso, a grande maioria das TVs 3D atuais de LCD e LED utilizam a tecnologia 3D ativa. Agora você sabe a diferença!

Como funcionam os óculos 3D usados no cinema?

Existem vários sistemas para que se obtenha a sensação de tridimensionalidade. Entenda como funcionam os mais conhecidos:

Anáglifo (óculos a duas cores): utilizam-se filtros de cores complementares, como vermelho e azul ou vermelho e verde. A imagem apresentada, por exemplo, em vermelho não é vista pelo olho que tem um filtro da mesma cor, mas se que vê a outra imagem em azul ou verde.

Este sistema, por seu baixo custo, emprega-se sobretudo em publicações e também em monitores de computador e no cinema. Apresenta o problema da alteração das cores, perda de luminosidade e cansaço visual após um uso prolongado. Normalmente o filtro vermelho é usado no olho esquerdo e o azul no olho direito.

Polarização: utiliza-se luz polarizada para separar as imagens da esquerda e da direita. O sistema de polarização não altera as cores, ainda que ocorra uma certa perda de luminosidade. Usa-se tanto em projeção de cinema 3D como em monitores de computador com telas de polarização alternativa. Hoje em dia é o sistema mais econômico para uma qualidade de imagem aceitável.

Alternativo: com este sistema se apresentam em seqüência e alternativamente as imagens esquerda e direita, sincronizadas com óculos dotados de obturadores de cristal líquido, de forma que cada olho vê somente sua imagem correspondente. A uma freqüência elevada, a piscada de olhos torna imperceptível o truque. A técnica é utilizada em monitores de computador, TV e cinemas 3D de última geração.

Outro uso de óculos polarizados: Os pilotos de avião usam óculos de sol polarizados e também é frequente sua utilização quando se esquia ou quando se deseja uma proteção contra os reflexos.

Basicamente o que fazem estes óculos é absorver grande parte da luz refletida sobre superfícies horizontais, como a superfície de um lago, da pista de esqui ou do solo no caso de um piloto de avião.

Pode-se comprovar sua eficácia se, depois de olhar a superfície, giramos os óculos em um ângulo de 90º. Nestas condições, estamos fazendo que o eixo de transmissão dos óculos coincida com a direção do campo elétrico refletido pela superfície, de modo que estaremos recebendo essa luz, e poderemos comprovar que se transmite maior quantidade de luz através dos óculos.

Como fazer óculos 3D?

Com as novas tecnologias, alguns shows da TV ou mesmo alguns filmes já podem ser assistidos em 3D. Recentemente, um episódio da Hannah Montana teve um show totalmente em 3D, além do novo sucesso Avatar. Ao invés de comprar esses óculos, que ainda não são fáceis de encontrar nas lojas, é melhor fazer os seus próprios óculos 3D.

Instruções

Existem dois jeitos diferentes para fazer seus óculos. Você pode decidir qual é o mais fácil pra você.

1. Jeito mais barato, com papel celofane

Óculos 3D

O primeiro jeito é o mais barato. Você vai precisar de:

  • Um computador com impressora
  • Papel branco para impressão
  • Papel celofane vermelho e papel celofane azul

O primeiro passo é imprimir o molde para os óculos.

Depois de recortar o molde, corte o papel celofane de modo que ele preencha os buracos dos olhos. Tenha certeza de colocar o celofane vermelho no olho esquerdo e o celofane azul no olho direito. Você pode colar ou usar fita.

Fim! Seus óculos estão prontos! Uma dica é imprimir dois moldes e colar um no outro, para os óculos não ficarem tão molengas.

2. O jeito mais prático, com óculos de sol velhos

Óculos de Sol 3D

Um outro jeito de fazer seus óculos 3D é encontrar um par de óculos de sol velhos, que ninguém mais usa. Tire as lentes deles. Encontre um pedaço de plástico limpo e use o molde do óculos para desenhar duas lentes nesse plástico. Depois, coloque as lentes originais de volta nos óculos, recorte o plástico no formato das lentes e cole nos óculos. O último passo é usar um pincel atômico vermelho e um azul para pintar o plástico esquerdo de vermelho e o direito de azul.

sábado, 4 de junho de 2011

como fazer um oculos 3D



Os óculos 3D tradicionais funcionam com imagens que têm duas componentes, uma azul e outra vermelha. Assim, quando se coloca um óculos em que cada lente tem uma dessas cores, cada olho só consegue ver um dos componentes da imagem -- ou seja, a lente vermelha só permite ver a imagem azul, e a lente azul só permite ver a imagem vermelha. É a diferença de perspectiva entre as duas imagens que cria a ilusão de tridimensionalidade.

Caso você não possua, é muito fácil criar seus próprios óculos 3D.

Você vai precisar de:
- tesoura
- cola
- uma impressora e papel sulfite
- um pedaço de cartolina
- acetatos vermelho e azul


1- Imprima o molde abaixo numa folha sulfite


2- Recorte o molde e cole as três peças, já unidas em sua posição correta (formando as hastes e a estrutura dos óculos), numa folha de cartolina

3- Recorte a estrutura resultante na cartolina, inclusive os espaços indicados para as lentes

4- Cole um pedaço de acetato vermelho e outro de acetato azul nos locais indicados

5- Dobre as hastes e seus óculos 3D estão prontos para uso!

image26 thumb Aprenda a fazer um óculos 3D

A onda agora é ver filmes, jogar seu game preferido e até mesmo assistir seus vídeos no YouTube em 3D. O problema agora não são mais os meios que disponibilizam as exibições em 3D, mas sim os óculos para poder assistí-los. Para resolver esse problema preparamos este pequeno manual que lhe ensinará, em 4 passos, a fazer o seu óculos caseiro 3D. Vamos lá?... (CLIQUE EM LEIA MAIS PARA CONTINUAR LENDO)

Você vai precisar de:obras thumb Aprenda a fazer um óculos 3D

  • Cola;
  • Tesoura;
  • Impressora e uma folha A4 ou Ofício;
  • Pedaço de cartolina (a cor é de sua preferência);
  • Acetatos vermelhos e azul (um de cada cor).

Imprima o molde abaixo em uma folha de papel ofício ou A4 (clique na imagem para imprimí-la em tamanho real):

image19 Aprenda a fazer um óculos 3DDepois de impressa a imagem, recorte-a e cole os moldes numa folha de cartolina para que o óculos não fique mole e caia do seu focinho rosto. A colagem deverá ficar desta maneira:

image thumb14 Aprenda a fazer um óculos 3D

Feita a armação do óculos, vamos montar a lente. Recorte o acetato de acordo com o formato da lente.Lembre-se que uma lente deverá ser vermelha e outra azul, sendo a lente vermelha para o olho esquerdo e a lente azul para o olho direito.

image thumb15 Aprenda a fazer um óculos 3DPor fim, dobre as hastes (acho que é esse o nome) e tenha seu óculos prontinho-da-Silva para assistir seu filme preferido, sabendo que economizou 20 conto (esses 20 reais podem ser doados pra nós icon biggrin Aprenda a fazer um óculos 3D ).


Como fazer óculos 3D

Se você não consegue encontrar óculos 3D, aqui você irá aprender uma forma rápida e criativa de fabricar o seu. É mais fácil do que você imagina.

Você vai precisar de:


•1 marcador permanente vermelho

•1 marcador permanente azul

•1 caixa de CD transparente




Como fazer:


1. Coloque a caixa de CD sobre seu rosto e peça para alguém marcar um ponto onde cada um de seus olhos é visto através do plástico.



2. Em seguida, desenhe dois retângulos ao redor do ponto. Depois, pinte uma parte de vermelho e a outra de azul com os marcadores permanentes.




3. Parece incrível, mas você agora tem em suas mãos verdadeiros óculos 3D, eficientes, bonitos e baratos. Experimente! A família toda vai se divertir com caixas de CD transparentes sobre o rosto.




¿Por que vemos em 3D?

Se você já se perguntou por que vemos o mundo em 3D, aqui encontrará a resposta. Basicamente, ásicamente puedes ver el mundo real en tres dimensiones porque tus ojos están viendo dos imágenes ligeramente diferentes desde ángulos distintos.

Coloque sua mão direita sobre o rosto, com o polegar próximo do rosto e o dedo mindinho mais afastado.

Se você fechar seu olho esquerdo e olhar com o olho direito, verá a parte posterior de sua mão. Mas se você fechar seu olho direito e observar com seu olho esquerdo, verá a palma da mão. Curioso, não é? Na verdade, você está vendo duas imagens diferentes com cada olho.

Você notará que, ao observar seu dedo indicador, seus olhos apontam para dentro, enquanto ao observar o dedo mindinho, seus olhos apontam para fora. Se olhar qualquer coisa localizada à distância, seus olhos apontarão diretamente para frente. Em outras palavras, seu cérebro interpreta duas imagens, sabendo para qual lugar apontam seus olhos. É isto que confere a profundidade de campo na visão 3D.

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